Creating filtered version of banner image.

Imprensa/Press

The Whole Note

Jornal "A Uniao"

Jornal_A_Uniao.jpg

Correio da paraiba

Correio_da_paraiba_2016.pdf

Diario do Nordeste

G1

Águas de janeiro e voz de Fernanda Cunha saúdam os 90 de Jobim

A menos que algo extraordinário me obrigue, comentários sobre podres poderes ficarão de fora desse território sentimusical até o carnaval, que, nessa edição, avançará sobre março. Tipo férias, mesmo que vida e trabalho à la Sísifo prosigam. 

No Rio que vinha sendo de abrasadores 40 graus desde o primeiro dia do ano, na quarta-feira, a chuva finalmente se espalhou por toda a cidade. Dessa vez com refresco que ainda permanece nesse início de tarde de sábado. Chuva que rimou com a trilha principal dos últimos dias, em disco que abre uma das principais efemérides musicais de 2017.

O lançamento físico e nas plataformas de streaming  de “Jobim 90” (independente), novo álbum da cantora Fernanda Cunha, está agendado para o 25 de janeiro, o dia em que Tom completaria nove décadas de vida. Mas, recebi  por email o conteúdo completo (áudio, capa, encarte e contracapa), que, confesso, comecei a ouvir com um misto de curiosidade e desconfiança. Afinal, é projeto que sonho há anos, já mencionado por aqui, um disco (e show) que reúna apenas canções integralmente jobinianas. Das cerca de 40 músicas com letra que se enquadram nesse recorte, ela selecionou dez, cobrindo três décadas da produção. Além do compositor e melodista fora de série mais que reverenciado, Fernanda confirma, com técnica impecável, saboreando cada sílaba e as imagens poéticas refinadas, o genial letrista que Tom sempre foi.

Em 2007, naquele que foi o aniversário de 80 anos, Fernanda já tinha realizado outro tributo diferenciado, reunindo as parcerias de Tom e Chico Buarque em “Zingaro" (este o nome de “Retrato em branco e preto” antes de receber a letra de Chico). Agora, ela se supera, em álbum que gravou em dois dias, num estúdio do Rio, ao lado de um quarteto afinado e jazzístico formado por Zé Carlos (violão e guitarra), Jorjão Carvalho (baixo), Camila Dias(piano) e Helbe Machado (bateria). A única exceção é “Two kites”, a canção em inglês (lançada por Tom no álbum “Terra Brasilis”, em 1980), aqui com violão, guitarra e baixo (delicioso walking bass, por sinal) gravados em Toronto pelo canadense Reg Schwager e bateria adicionada em São Paulo por Edson Ghilardi. Os arranjos (nos quais se alternam os instrumentistas) são fiéis às intenções de Jobim, mas adaptados ao formato de quarteto, com espaço para eventuais e inventivos comentários instrumentais.

Ao contrário do que muitos pensam, o Tom letrista não começou após o fim da parceria com Vinicius. No período em que a dupla esteve em plena ação, entre 1956 e 62, o compositor fez sozinho clássicos agora regravados em “Jobim 90” como  “Fotografia”,  “Samba do avião” e “Vivo sonhando". No mesmo período, em sua outra parceria fundamental para os primeiros anos da bossa nova, com Newton Mendonça (este, também pianista), Jobim dividiu as letras de canções-manifestos como “Samba de uma nota só”, “Desafinado" e “Meditação”. 
Mas, é claro, o Tom letrista fora de série começou a ser (re)conhecido mesmo a partir da fora de série “Águas de março”, canção, que, estrategicamente, abre o disco de Fernanda. 
Se “Águas de março” é um tour de force intencionalmente verborrágico, list song samba candomblé pop que acompanha o ritmo e o volume das chuvas que vêm fechar o verão no Sudeste brasileiro, há canções nas quais o letrista é sutil e econômico. Em suaves pinceladas, transporta o ouvinte a cenas, fotografias, sequências de cinema. Vertente que tem pelo menos quatro exemplos exemplares no repertório desse disco, “Chovendo na roseira”, “Fotografia”, “Samba de avião" e “Ângela”.

Na primeira, uma chuva bem mais leve que as de março cai sobre o jardim florido de algum recanto fora da grande cidade. Com frescor, a canção é bucólica, lírica e saltitante. Na seguinte,  num bar à beira-mar e à meia-luz de Copacabana, um casal vê a tarde virar noite, “uma grande lua saiu do mar”, para desaguar naquele beijo fotográfico.  
No samba para o invento de Santos Dumont, vemos o Rio de cima (“Cristo Redentor / Braços abertos sobre a Guanabara”) e ouvimos transformadas em versos as falas dos comissários de bordo ("Dentro de mais um minuto estaremos no Galeão / …/ Aperte o cinto, vamos chegar”.  Poética e sensorialmente voamos juntos: "Água brilhando, olha pista chegando/ E vamos nós, aterrar”. 
Essa mesma sensação de voo é captada/utilizada por Tom na letra da musicalmente também impressionista “Angela”. É uma balada ralentada ao máximo, aqui em delicado tratamento de voz, guitarra e piano onde nada falta e nada sobra - fiel à música, mas sem repetir a luxuosa orquestra da cordas usada por Claus Ogerman no seu arranjo para o álbum “Urubu”, em 1976. Na letra, num momento temos o narrador obcecado por sua misteriosa musa (”rosto na janela daquele avião”),  logo em seguida, vemos o que essa Angela enxerga ("Lá embaixo, a terra é um mapa / que agora uma nuvem tapa”). 
Musicalmente, “Angela” avança na trilha de “Ana Luiza”, pérola das menos conhecidas também regravada agora por Fernanda. Lançada por Tom no álbum  “Matita Perê”, é outra balada lenta, soturna, que envolve o ouvinte e o tira do chão.
Sensação que se mantém na única com letra em inglês, “Two kites”, uma cantada na qual o galanteador propõe o sonho: “nós somos duas pipas no céu, nós podemos voar”. 
Tom na voz de Fernanda tem esse efeito. Que venha agora o volume 2; outras musas aguardam, “Lígia”, “Luiza”, “Bebel”, “Tema de amor de Gabriela”, assim como mais “chansongs" com música e letra de Jobim:  “Este seu olhar”, “Outra vez”, “Só em teus braços”, “As praias desertas”, “Cai a tarde”, “Corcovado”, “Olha pro céu”, “O amor em paz” , “Borzeguim" ou “Chansong”.

Os redondos 90 anos do aparecimento do visionário Tom Jobim (1927-1994) ganham mais uma celebração em disco. Produzido pela própria cantora, Fernanda Cunha, sobrinha da compositora Sueli Costa, “Jobim 90” traz dez canções inteiramente compostas pelo maestro soberano. Filho do poeta Jorge Jobim, apreciador de Carlos Drummond de Andrade e Guimarães Rosa, Tom foi um letrista a altura de seus seletos parceiros mais literários, como Vinicius de Moraes e Chico Buarque. Carioca, com extensa carreira em festivais de jazz no exterior, como os de Vancouver (Canadá), Wien (Áustria), Aarhus (Dinamarca), Borneo (Malásia), Fernanda singra com maestria, de “Vivo sonhando” a “Samba do avião”, “Águas de março”, “Chovendo na roseira” e “Passarim”. Do plano seqüência em câmara lenta, “Fotografia”, às musas “Ângela”, “Ana Luiza” e “Triste”, aquela de “sua beleza é um avião”. Fernanda também desvelou uma composição pouco conhecida no país, a sensual “Two kites”, no impecável inglês jobiniano, que chegou a escalar as paradas americanas, e na gravação tem participações especiais do guitarrista canadense Reg Schwager e de Edson Ghilardi (bateria). Integram o quarteto da cantora no CD, Zé Carlos (violão e guitarra), Camilla Dias (piano), Jorjão Carvalho (baixo) e Helbe Machado (bateria).

Foi muito bom começar um sábado luminoso com o novo disco de Fernandinha Cunha na portaria. Deu vontade de parar algumas vezes, ligar para ela e dizer mil coisas lindas. Não existe ninguém mais ciumenta das músicas Tom do que eu. Mas não dava para interromper nunca, e enquanto o disco girava na vitrola sem parar, eu descobria que ela gostava do Tom tanto quanto eu e pelos mesmos motivos, saboreando cada modulação, apreciando cada harmonia, deslizando nas notas exatas, até voando como em Two Kites, que eu nunca tive coragem de encararar.

Enfim o timbre lindo de Fernandinha passeia num super repertório do Tom - musicas que ele é autor também das letras - com o mesmo prazer com que repetimos e repartimos essa jóia de CD.Os arranjos de Zé Carlos são discretos e criativos - Passarim é demais! E palmas para base musical com os queridos Jorjão Carvalho e Camilla e mais Helbe Machado.
Bom, ja é domingo, o disco na vitrola sem parar e eu acho que esgotei os elogios e quero ouvir direito, pois cada vez descubro mais detalhes interessantes. Valeu, Fernandinha!

JG News

Abramus

O Globo

All About Jazz

Samba, bossa nova, the Brazilian ethos itself, including the language, all have a sensuousness which soothes life's troubles, and from this point of view, Olhos de Mar is way too short in the best way. Cunha's lovely and emotionally subtle voice, when coupled with the simple but effective accompaniment and arrangements sweeps everything superficial away, allowing one to experience the music directly, even if one does not know Portuguese (Brazilian or otherwise).

Cunha has chosen to present songs composed by less well-known (than say, Jobim) song writers, and this was an excellent choice in that what is heard is many times pure poetry. The English-only listener can most certainly revel in the sounds of the words and the rhythms they produce when sung. But, in the spirit of deeper understanding, Cunha sent English translations, which have been tweaked. An example will make clear the composer's poetic intent.

The title tune "Olhos de Mar" (Cristóvão Bastos/Nelson Wellington) means "Eyes of the Ocean" and is typical:

 

I dove in your eyes
As if I was the sea

The sea that I dreamed of
While sailing
Free as the winds and the waves

Waves in vain
Will take me
But I will follow
Without crashing

Because you eyes
Lead as a lighthouse on the sea

I went much beyond
I dreamed of flying to
Islands on the high seas

I crossed the ocean
Under a sky full of stars

I swear that I thought I wound not ever again come back
But when I found out that the sea can be as dry as love
I came back to find you

Of course, not all of the tracks are this beautifully intense, but quite a few are, and their cumulative effect is extremely moving.

The lyrics of two tunes, "Saudades de Você" (Longing/I Miss You) and "Pode ser que eu fique dessa vez" (Perhaps I Will Stay This Time) were written by Cunha, with music by guitarist Reg Schwager, and one, "Naquele outono" (That Autumn) was written by Cunha's mother:

Oh world...
This world is so big and I am so small
I remember things and suddenly I forget them all

I think I got lost
I cannot see the stars in the sky
I just keep going

Please come, light the flame in me
Make my heart beat fast
Change the autumn into summer

My dear, make the sun come during the night
And whatever that will be,
I am a boat and you are a lighthouse
I am a fish and you are a hook
I am the rain and you are the blue
I am a mouth and you are the honey

Of special note is "Manhã Mineira" (Mornings In Minas gerais -a state in the southeast of Brazil). While the words evoke clear images and the music itself is light, Cunha uses vocal manerisms which add a touch of melancholy or consternation to the happy scenery.

Brazil is beautiful, as are its people, and Cunha's performances reach deep within all of us.

Track Listing: Dando De Tempo; Ohlhos De Mar; AmDor E Nada Mais; Floresta Azul; Manha Mineira; Naquele Outono; Saudade De Voce; Verao; Misteriosa; Pode Ser Que Eu Fique Dessa Vez

Personnel: Fernanda Cunha: voice; Cristovao Bastos: piano, fender rhodes; Ze Carlos: guitar; Edson Ghilardi: drums; Jorjao Carvalho: bass.

Musicaria Brasil

MPB

All About Jazz

..."Jobim, who was so crucial in that formation of that early wave, has been extensively covered and re-worked over the decades, but Brazilian vocalist Fernanda Cunha, on Olhos de Mar has chosen to cover previously unreleased songs by contemporary songwriters from Brazil: Antonio Adolfo, Cristovao Basto, Carlinhos Vergueiro Gonzaga and more. 

Cunha and the composers carry the tradition well. There is a gentleness and simplicity to the Brazilian sound. It is a music without artiface or a hint of grandstanding. Piano, guitar, bass, drums, with an emotive singer out front, and rhythms that flow like a peaceful stream. 

The opening cut, "Dando Um Tempo" (composer Carlinhos Vergueiro) has a bright piano sparkle behind Cunha's forthright vocal. The title cut (composers Cristovao Bastos/Nelson Wellington) explores gorgeous ballad territory, and "Saudades De Voce," penned by Reg Schwager and Fernanda Cunha sounds sort of like an undiscovered American Standard, sung in Portugese. 

An enchanting, soothing set of contemporary tunes from Brazil."

Planeta MPB

Arranjos modernos marcam o primeiro álbum de inéditas de Fernanda Cunha Uma pergunta vem me consumido nos últimos anos: — Para que serve, hoje em dia, uma gravadora? Acredito que a importância se dê na distribuição dos trabalhos, pois, fora isso, creio que os artistas independentes consigam concretizar seu trabalho gravando muitas vezes em, com a mesma qualidade das grandes gravadoras. Começamos bem setembro com o lançamento do sexto CD da compositora e cantora Fernanda Cunha, “Olhos de Mar”. Diferentemente dos trabalhos anteriores, em que a cantora vestiu velhos clássicos com sua interpretação sublime, este é o primeiro em que ela apresenta um leque de dez canções inéditas, arranjadas pelo pianista Cristóvão Bastos, o baixista Jorjão Carvalho e o violonista/guitarrista Zé Carlos, que também tocam no disco junto com o baterista Edson Ghilardi. O álbum foi produzido pela artista de forma independente, deixando mais claro que a minha pergunta tem resposta certeira. A cantora tem um DNA a ser respeitado, pois, em seu sangue correm os genes da saudosíssima cantora Telma Costa (1953-1989), sua mãe, de quem acredito Fernanda ter herdado o talento e a forma de interpretar as canções permitindo-nos mergulhar e emergir de suas águas cristalinas. Vinda de uma família de músicos, ela também é sobrinha da cantora e compositora Sueli Costa. Além dos palcos brasileiros, a cantora tem se apresentado todos os anos, desde 2005, mundo afora. O CD é um presente ao gosto refinado, aos ouvidos atentos, aos corações que comungam o amor, aos olhos que veem além da imaginação. Abrindo as audições, teremos “Dando um Tempo” (Carlinhos Vergueiro), um samba com todas as características “vergueirianas” de ser. Da dupla Cristóvão Bastos e Nelson Wellington, a canção que dá título ao álbum, “Olhos de Mar”, é um poema musicado, dedicado ao amor, adornado por essa voz feminina que nos faz viajar. Esse é o tipo de trabalho que já nasce clássico. A terceira faixa, “Amor e Nada Mais” (Denilson Santos), é um convite a ficar à beira-mar ao entardecer. Uma das canções mais belas do CD, “Floresta Azul” (Antonio Adolfo/Zé Jorge), tem interpretação impecável de Fernanda, além do arranjo e execução do piano Rhodes de Cristóvão Bastos, nos convidando a voltar a canção uma, duas, três vezes... até nos embriagar melodicamente. Literalmente mineira em melodia e harmonia, “Manhã Mineira” (Filó Machado/Judith de Souza) é uma maravilha de se ouvir. Um dos momentos belos dessa audição vem com a inédita “Naquele Outono”, música de sua mãe, Telma Costa, e poema de Tite de Lemos. Fernanda apresenta duas letras para melodias do guitarrista canadense Reg Schwager: “Saudade de Você” e “Pode Ser que Eu Fique Dessa Vez”. Daniel Gonzaga foi o primeiro a mandar uma canção para esse novo projeto e “Verão” despertou em Fernanda o desejo de gravá-la. Mais uma canção de Carlinhos Vergueiro, “Misteriosa”, carimba o sexto filho musical da cantora. Como dizem os mineiros: “Bom demais da conta”! Para comprar, acessewww.fernandacunha.com.

Portal Sucesso

Programme radio belgo-français, né sur Radio Judaica Belgique (90,2 fm)

Jazzuality Indonesia

G1 Globo.com

Boa cantora, Fernanda Cunha fez cinco discos nos quais, entre outros méritos, o repertório propunha certeiros recortes da MPB. Trabalho que, nos últimos 15 anos, tem sido mais bem recebido fora do que no Brasil, incluindo, entre outros álbuns, "Dois corações: interpreta Johnny Alf e Sueli Costa" (2004), "Zingaro: parcerias de Tom e Chico Buarque" (2007). Agora, em"Olhos do mar" (independente / fernandacunha.com), ela larga clássicos ou lados B para apresentar dez canções inéditas. Quase todas recentes, de gente como Carlinhos Vergueiro (o único com duas, ambas inspiradas, "Dando um tempo" e "Misteriosa"), Antonio Adolfo ("Floresta azul", com ZéJorge), Cristovão Bastos ("Olhos de mar", com Nelson Wellington) e Filó Machado ("Manhã mineira", com Judith de Souza). A antiga é um delicado blues, "Naquele outono", a única composição deixada por sua mãe, a cantora Telma Costa (com letra de Tite de Lemos, que morreu no mesmo ano da parceira, em 1989). Repertório e cantora que têm arranjos e músicos à altura, nas mãos de Cristovão Bastos (piano), Jorjão Carvalho (baixo), Zé Carlos (violão) e Edson Ghilardi (bateria).

Kultme

Edmonton Journal

G1 Globo.com

THE STARPHOENIX

The Bassment goes for a touch of the exotic on Saturday with the appearance of Brazilian singer Fernanda Cunha. Toronto guitarist Reg Schwager is with her on tour. The rest of the band is local - Gent Laird on bass, Arlan Kopp on drums and Don Griffith on piano. This is her 10th Canadian tour, and it never gets old, Cunha said in an email exchange from Brazil. "My first impression of Canada was great and I still get impressed with Canada every time I go." In 2005, she was touring with Dois Coracoes, a tribute to Johnny Alf and Sueli Costa - names not well known here. But that hardly made a difference. "The audience was so opened, attentive, curious, and in that moment I understood that I could show the best music we do in Brazil without worrying about what the market wants, but what Canadian people really want to hear." Even the language barrier is not an issue, Cunha added. "I like the Canadian audience because they get excited with unknown songs even without understanding the lyrics, while vibrate with known songs of Jobim. I can sing from slow ballads to sambas and bossas. So it's a great pleasure to sing for them." Cunha was born into a family of musicians. Her mother was a singer, her grandmother was a pianist. But she resisted making it her profession. She studied psychology and worked in the field for three years, turning back to music in 1997. She used to bring a musician from Brazil with her but now relies on Canadian contacts. She's played with such names as Mike Lent, the Edmonton bassist who played on her 2009 album Brazil Canada. She names Doug Stephenson, Phil Belanger and Ray Piper as other collaborators. She met Schwager in 2011 and they become great friends and musical partners. "I try to take him everywhere I sing in Canada. We played in Iqaluit, Toronto, Kitchener, Edmonton, and now we are playing in Saskatoon. Reg is a great player and knows a lot about Brazilian music. He is one of the finest guitarists I know," Cunha says.

Tropicalia

Metro News

PLANETA MPB

Latin Jazz Network

Wave Magazine (Canada)

Time Out

Time Out Rio de janeiro

Musicaria Brasil

musibrasil Italia

Fernanda Cunha, nuovo cd

Cantante brasiliana con quindici anni di carriera alle spalle, residente a São Paulo e molto attiva in Nord America, Fernanda Cunha torna sul mercato discografico con "Coração do Brasil", suo quinto album di studio.

Fernanda Cunha

Il cd è stato realizzato in forma indipendente e viene pubblicato sia all'estero che in patria. In questo ottimo lavoro, l'interprete mineira cresciuta a Rio de janeiro è accompagnata da Cristóvao Bastos (al piano), da Zé Carlos (alla chitarra acustica e a quella elettrica), da Jorjão Carvalho (al basso) e da Jurim Moreira (alla batteria). Ospite occasionale è Tom Szczesniak, con la sua fisarmonica. In repertorio, tra le altre cose, temi di Antonio Carlos Jobim e di Aloysio de Oliveira ("Dindi" e "Eu preciso de você"), Ivan Lins e Vitor Martins ("Somos todos iguais esta noite"), Noel Rosa ("Não tem tradução") e della zia della Cunha, Sueli Costa ("Perdido de encantamento"). Presenti pure "Adeus América" di Haroldo Barbosa e Geraldo Jacques, oltre a "Samba pro João" di Daniel Gonzaga. La title-track "Coração do Brasil" di Antonio Adolfo e Nelson Wellignton contiene una citazione della classica "Aquarela do Brasil" di Ary Barroso. Fernanda Cunha firma di proprio pugno "Rio", a quattro mani con la coautrice Camilla Dias.

Il precedente lavoro di Fernanda Cunha si chiamava "Brasil Canadá" e includeva canzoni scritte ancora, tra gli altri, da Sueli Costa e Noel Rosa, oltre che da un paio di brani propri e temi di Joni Mitchell e Shelton Brooks.

Prosodia-musical

Acessa

MusicaBrasileira.org

Fernanda Cunha
Coração do Brasil
Independent MICR0002223 (2012)
Time: 37'44"

 

Brazil from the Heart

Her voice is silky smooth, her phrasing always right with just the right inflection and emotion, and when she comes out with a new album, one immediately rushes to get it. It is immediate gratification when you begin listening to a new Fernanda Cunha release! She is one of Brazil's contemporary singers who continues releasing albums that are most pleasing to demanding listeners. Her latest CD, Coração do Brasil, features a repertoire that is nothing short of wonderful. From Antonio Carlos Jobim and Noel Rosa to Daniel Gonzaga, Sueli Costa and Ivan Lins, the music here comes from the heart of Brazil.

Coração do Brasil gets its name from the Antonio Adolfo samba praising the beauty of Brazil's rainforest, flora and fauna. It is indeed a most fitting name for an album that is full of Braziliance and brilliance. Produced by Fernanda Cunha, the album features the incomparable pianist Cristóvão Bastos (he also does some terrific arrangements) and musicians Jorjão Carvalho (bass, arrangements), Jurim Moreira (drums), Zé Carlos (acoustic and electric guitars, arrangements), Marcio Hallack (piano, arrangements), Camilla Dias (piano), and special guests Sueli Costa (piano) and Tom Szczesniak (accordion).

The music performed here is inspiring. From Cristóvão's first opening chords, the feeling in "Eu Preciso de Você" is superb. Other tracks follow in a similar fashion alternating between blues and sambas in perfect harmony. Similar to "Coração do Brasil," the samba "Rio" -- co-written by Fernanda herself -- is another song that explores the beauty in the Marvelous City, as Rio is known. Besides mentioning the natural beauty of Rio de Janeiro and its beaches, mountains and sunny skies, the song pays homage to legendary Brazilian composers Edu Lobo, Paulinho da Viola, Chico Buarque, Roberto Menescal and Tom Jobim. From Jobim, besides the opener, we also hear "Dindi." On a lighter side of Brazil, who can resist the swing and lyrics in "Adeus América," by Haroldo Barbosa and Geraldo Jacques? It is particularly pertinent that Fernanda decided to include this song in this album since her previous release, Brasil Canadá, took her abroad to trace parallels between Brazilian and Canadian music. Following this return from America, "Adeus América" and "Não Tem Tradução" are a match made in heaven.

From a new generation of Brazilian composers, Daniel Gonzaga's "Samba Pro João" evokes his grandfather's land. Daniel is the grandson of Luiz Gonzaga (the King of Baião) and son of Gonzaguinha (well known for his torch ballads). Before closing Coração do Brasil, Fernanda presents us with a brand new song written by Sueli Costa, "Perdido de Encantamento." With a touching accordion solo by Tom Szczesniak, piano accompaniment by Sueli Costa and bass by Jorjão Carvalho, this is one of those memorable Sueli songs that stays in your head throughout the day and beyond.

Fernanda Cunha knows her art. She sings from the heart and makes the music we hear the center of her performances. Coração do Brasil is a treasure of unforgettable songs with an inimitable performer

Link Sonoro

Fernanda Cunha – Coração do Brasil (2012)

13 jun

 

Alguns artistas brasileiros encontram além das nossas fronteiras o espaço que precisavam para divulgar seus trabalhos, explorar sua criatividade e fazer o intercâmbio nescessário da nossa cultura. Foi assim com a cantora Fernanda Cunha que nos últimos anos vem apresentando sua MPB em palcos do Canadá, França, Dinamarca, Aústria e tantos outros.

Sobrinha de Sueli Costa, Fernanda traz no seu DNA a  herança genética de uma família altamente musical e cheia de brasilidade. Talvez daí a escolha refinada do repertório do 5º álbum de sua carreira. Coração do Brasil passeia pelas obras de Noel Rosa, Tom Jobim, Haroldo Barbosa e Sueli Costa. Em um salto na cronologia da música brasileira a cantora abraça Ivan Lins, chega ao pianista Márcio Hallack e abre as portas para o novo com Daniel Gonzaga, filho de Gonzaguinha.

Coração do Brasil, Fernanda Cunha vem acompanhada de músicos de primeira linha. Estão lá Cristóvão Bastos, Jorjão Carvalho, Jurim Moreira, Márcio Hallack e Camila Dias, só pra citar alguns. E a escolha não poderia ter sido melhor, a voz cristalina de Fernanda ganhou a cama perfeita para interpretações que vem na medida certa, sem exageros ou pieguices. Faixas como Somos Todos Iguais Nesta Noite, Adeus América e Não Tem Tradução ganharam um produção elaborada e harmoniosa. Vale destacar Perdido de Encantamento, composição inédita de Sueli Costa e Luiz Sérgio Henriques. Show!

O Globo

Estado de Minas

emc0406p0006-1.pdf

 

Brazilian Vibe Magazine (Canada)

Jazz Yukon

On October 16, 2011, Jazz Yukon had the pleasure of presenting Brazilian vocalist Fernanda Cunha for our signature Jazz On The Wing Series. It was a cool evening in the Yukon, but things would heat up considerably on that Sunday. Cunha was joined by Vancouver (Canada) based Michael Creber on piano, Doug Stephenson on bass and Phil Belanger at the drums.  These veteran jazzmen were the perfect compliment to Cunha’s smooth, sonorous vocals. Our audience was treated to a fine selection of tunes from the classic Brazilian songbook. Covering material by such illustrious composers as Antonio Carlos Jobim, Ivan Linns and Luiz Bonfa, the group took us on a magical trip to the sunny beaches of Brazil. 

The evening began with Creber accompanying Cunha in a duet version of Dindi, a song composed by Antonio Carlos Jobim, with lyrics by Aloysio de Oliveria. We knew there and then that we were in for a beautiful show.  Stephenson and Belanger joined the bandstand and our Brazilian adventure continued. We were treated to bossa nova and samba rhythms, as we would expect, but were pleasantly surprised by the funk beats that underlined a number of the tunes. 

Cunha sang most songs in her native Portugese, but also treated us to several songs with English lyrics, taken from her Brasil Canada CD recorded in 2009. The recording is Cunha’s celebration of the love she has developed with Canadian musicians and audiences since first playing in Canada in 2005. She has since appeared at many significant Canadian jazz festivals and now can claim the Yukon in her growing fan base in our country.

This was the first appearance of a Brazilian vocalist in our long running Jazz On the Wing series and we hope that it will not be the last. The rhythmic beauty of the music had heads bobbing and toes tapping through a most entertaining evening. The effect was like a mid winter Chinook blowing through our chilly northern home. 

Klondike Sun

Klondike_review.pdf

The Whitehorse Star

2011_10_27_11_23_051.pdf

JG NEWS

Pg 9

Worldmusic central, Jazzuality

Jakarta Post

Musicaria Brasil

Musicaria_Brasil.pdf

Borneo post

A_touch_of_Brazil_at_Borneo_Jazz_2011.pdf

Sidney Rezende

SRZD__Fernanda_Cunha_divulga_trabalho_no_exterior_e_faz_show_no_Rio_em_novembro__Noticia__Entretenimento__Musica.pdf

Latin life Magazine, Canada

kitchener_latin_magazine3.pdf

Art et Musique Populaire Bresilien

Art_et_Musique_Populaire_Bresilienne_-_MPB_APB__Survolant_2009___juin__junho.pdf

Musica Brasileira

Fernanda_Cunha__Brasil_Canada.pdf

Musibrasil

Musibrasil_Italia.pdf

Infonet

Infonet_-_Rubens_Lisboa_-_MUSIQUALIDADE_por_Rubens_Lisboa.pdf

smooth jazz therapy

Smooth_Jazz_Therapy__Fernanda_Cunha_-_Brasil_-_Canada.pdf

Edmonton Journal

Direct_from_Rio_a_chanteuses_sultry_gift_to_Canadians.pdf

Jazz elements Canada

jazz_elements_Canada.pdf

Lusitania, Canada

Lusitania.pdf

smooth jazz therapy

Smooth_Jazz_Therapy__Fernanda_Cunha_-_Zingaro.pdf

Musica Brasileira

Musica_Brasileira_-_Zingaro.pdf

Musibrasil

Musibrasil_2008.pdf

Acordes

ACORDES_.pdf

Musibrasil

Fernanda_Cunha_e_Ze_Carlos_di_Antonio_Forni__Musibrasil__musica_parole_immagini_del_Brasile.pdf

Musica Brasileira

Fernanda_Cunha__O_Tempo_e_o_Lugar.pdf

Musica Brasileira

Musica_Brasileira_Dois_coracoes.pdf

O Globo

O_Globo_2007.pdf

Jornal do Brasil

tarik_090712.pdf

Edmonton Journal

edmont_jazz_review2007.pdf

See Magazine

SEE_Magazine__May_10_2007.pdf

Edmonton Journal

Edmonton_Journal_2005.pdf

Jornal do Brasil

Jornal_do_Brasil.pdf

World beats

World_Beat_Canada.pdf

No minimo

No_minimo.pdf

O Dia

O_Dia.pdf

Jornal Movimento

Jornal_Movimento.pdf

Ziriguidum

Ziriguidum.pdf

O Globo

O_GLOBO.pdf

Estado de Minas

Estado_de_minas_.pdf

International Magazine

international_magazine.pdf

Estado de Minas

Estado_de_Minas1.pdf

WartaJazz Indonesia

Lagu “Fim de semana em El Dorado” menggiring audiens kembali ke depan panggung, kali ini disajikan oleh Cunha & Piper, kehangatan khas Brasilia terasa lewat vokal Fernanda Cunha serta iringan gitar Ray Piper. Denyut bossa nova hingga samba mengalun dalam nomor-nomor “Girl From Ipanema,” “Triste,” serta lagu penutup “Chega de Saudade.”

Fernanda Cunha (Cunha e Piper) - Borneo Jazz 2011

Tropicalia

Edmonton Journal

Edmonton Journal

Edmonton Journal

EDMONTON - It’s a long, long way from her home in Sao Paulo, Brazil and roughly 40 degrees Celsius colder this week, but singer Fernanda Cunha is happy to brave that chill for the accommodating warmth of Canadian audiences.

“My music is always well received but in Canada it’s different,” she observes. “In Portugal they love the slow ballads, in the U.S.A. they like the bossa novas, and in clubs in Brazil they like the new songs, but in Canada I can play whatever I want because they’re so open-minded. I tour around the world but I try to come to Canada once a year. It’s really my favourite place.”

This Friday marks Cunha’s first Edmonton visit in five years, part of a four-city Canadian tour. She has chosen to connect with fans of Brazilian jazz here a few times, even heading up to locales like Whitehorse and Iqaluit. She also used her last trip in 2009 to record much of her fourth album, Brasil Canada, with local jazz veterans Mike Lent and Sandro Dominelli.

This time she’s performing with the lone backup of Toronto jazz guitar great Reg Schwager, a factor that makes travel arrangements easier but musical arrangements trickier. They met through other musicians when she played Toronto in 2011 and found a natural chemistry.

On top of his past studies in Brazilian music, Schwager uses charts by Cunha’s regular Brazilian guitarist-collaborator Ze Carlos.

“Reg knows all about Brazilian music. Sometimes he seems to know more about the music than me.”

They will be featuring tunes from Cunha’s recent CD Coracao Do Brasil (Heart of Brazil), an enchanting album that balances lesser known classics from the golden age of bossa nova pioneers like Ivan Lins and Antonio Carlos Jobim along with contemporary tunes from a new generation of Brazilian tunesmiths like David Gonzaga who have written songs especially for her.

Some of those tunes originated back in the 1960s when dictatorial regimes in Brazil inspired clever songwriters to use word play and double meanings to impart broader messages in their songs. That’s not a problem these days, but Cunha says the demands of mainstream pop culture there still impose limitations on singers hoping to reach a wider audience. She says it’s very hard to get radio play at home with the Brazilian-jazz crossover style she works in.

“The market is very narrow. Brazilian jazz, the ballads and bossa nova don’t get played.”

Born and raised in Rio de Janeiro, Cunha comes from a deep musical legacy. Her aunt Sueli Costa was a noted singer-composer and one of several family members in music. Despite her own love of song, teenage Cunha studied for a psychology degree and worked in that field for several years before setting it all aside to follow music in 1997. A resident of Sao Paulo since 2007, the beguiling songstress has made fans in far-flung Europe, Malaysia and across the Americas. She’s currently preparing her sixth album for release next year.

Venda em Sao paulo

 

 

O CD pode ser adquirido também através de depósito bancário, e enviaremos o CD autografado !!! Entre em contato pelo email fernandaccc@hotmail.com

VENDA NO RIO DE JANEIRO

- Livraria da Travessa (Visconde de Pirajá , Shopping Leblon, Botafogo, centro e Barra da Tijuca) 

- Bossa Nova e Cia - Rua Duvivier,37 Copacabana

New CD "Jobim 90" !!!

Informe seu email para receber notícias sobre lançamentos e shows / Sign up to receive emails about new album info and tour dates

Facebook